Cristiano Ronaldo precisa de pessoas que o odeiam

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Motivação é coisa que não falta a Cristiano Ronaldo e o jogador português admite que usa as experiências negativas para se motivar.

Em entrevista à revista «Coach», Ronaldo foi questionado sobre qual foi a lição mais importante que o futebol lhe ensinou e respondeu: «Foi a usar as experiências e as pessoas negativas para me motivar. Na verdade, preciso das pessoas que me odeiam. Elas ajudaram-me a conseguir o que eu consegui».

Sobre a relação com Messi, o português diz que «existe um grande respeito mútuo» entre os dois. «Os media gostam de passar as coisas como uma grande rivalidade, mas nós não. Não somos grandes amigos, mas há um grande respeito de ambas as partes».

Ronaldo fala também da inspiração que teve enquanto miúdo. «Quando eu era mais novo, olhava para jogadores portugueses como o Figo e o Rui Costa, via-os jogar ao mais alto nível, e sabia que queria chegar àquele nível».
O capitão da seleção portuguesa contou ainda o que aprendeu na final do Euro 2016. «Sabia que não podia influenciar o jogo dentro de campo após a lesão, mas ainda podia desempenhar um papel importante. Fiz um discurso ao intervalo e depois dei-lhes indicações e encorajamento na linha lateral. Ensinou-me a importância de ser mais um. O futebol não são apenas os onze que estão em campo, é muito mais do que isso», frisou.

Questionado sobre que companheiro de equipa queria ao seu lado numa guerra, a escolha recaiu num compatriota: «Pepe. É um defesa fantástico e deixa tudo em campo, dá o máximo».

E o que dizer de Mourinho? «Tive grandes treinadores, mas Mourinho foi o grande pensador analítico. Sempre analisou tudo ao pormenor».

Ronaldo explicou ainda que o adversário mais difícil que defrontou foi Ashley Cole: «Não te dá um segundo para respirar. Contra ele nunca era um jogo fácil».

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