Confronto entre FC Porto e Super Dragões

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O FC Porto reagiu esta quarta-feira, na newsletter intitulada Dragões Diário, ao protesto que recebeu os jogadores no treino de terça-feira.

«O treino de ontem ficou marcado pelo atraso devido a um protesto da claque Super Dragões, que bloqueou o acesso ao Centro de Treinos com carros na via pública, insatisfeitos com a derrota no campeonato», pode ler-se

«A época está no fim, não correu como desejávamos e os adeptos têm direito a manifestar o seu descontentamento. Já não têm, porém, o direito de interferir com a planificação da equipa, mesmo numa altura em que se joga para cumprir calendário. Até o bloqueio a Cuba está no fim, há coisas que já não se usam”, refere ainda o email do FC Porto, que até dedica a música diária «aos Super Dragões e à péssima ideia do bloqueio do Centro de Treinos».

Em resposta, a claque organizada do FC Porto divulgou uma mensagem através do Facebook, lembrando que não serve apenas «para aplaudir».

«O nosso único interesse, a nossa única motivação é ver um clube que vence desde 1893 continuar a fazê-lo! Se quem o faz fala em português, brasileiro, espanhol ou basco, pouco interessa…a nossa nacionalidade é o FC Porto! Os deveres que temos perante o nosso clube são também acompanhados pelos direitos. Não perceber isso é pensar que só servimos para aplaudir», salientam os Super Dragões.

Os adeptos deixam ainda uma crítica: «Sim, nós sabemos que sofrer, ficar incomodado, não dormir quando as coisas correm mal, é um portismo fora de moda…mas esta vai continuar a ser a nossa rotina diária.»
Fonte: Maisfutebol

1 COMENTÁRIO

  1. Era deixar o estádio as moscas para mostrar aos dirigentes, que sem nós, não há comissões para ninguém. Quer dizer, nós gastamos dos nossos míseros salários, para acompanhar a equipa, comprar equipamentos, cachecóis, bonés, bandeiras, casacos entre outras coisas, fazemos centenas de kms para apoiar, gastando com combustível, alimentação, portagem e as vezes até pensões e hotéis, e temos de comer e calar? Não há direito a reenvendicação? Mas estamos na Coreia? Os dirigentes que vivem de comissões, que vendem passes a preços absurdos para fundos que ninguém sabe a quem pertence, que têm tudo à grande e à francesa à pala do clube, deveriam respeitar muito mais os adeptos e sócios.

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